Notícias do Sinpol-MS

Policiais Civis realizaram Assembleia Geral nesta sexta-feira

Praticamente 500 policiais civis participaram hoje (31), da Assembleia Geral Ordinária do Sinpol, realizada na sede do sindicato. Dentre os assuntos principais, a categoria discutiu sobre a campanha salarial, de acordo com o artigo 13-b do estatuto, aprovando a pauta de reivindicações sobre o cumprimento da carta compromisso. Hoje, mais cedo, o Sinpol foi recebido pelo assessor jurídico do Governo, Felipe Matos, e pelo secretário de Governo do Estado, Eduardo Riedel, que ratificaram a palavra do governador Reinaldo Azambuja, de que ele vai cumprir a carta compromisso. O prazo para apresentar a proposta é até o mês de maio, e já na próxima semana haverá a primeira reunião de trabalho.

“Na Assembleia Geral, os policiais decidiram dar mais um voto de confiança para o Governo. Agora nós precisamos ter o projeto elaborado ainda nesse mês de abril, antes do início de maio, para que possamos fazer uma nova assembleia e apresentar a pauta à categoria, para só depois encaminhar à Assembleia Legislativa”, explicou Giancarlo Miranda, presidente do Sinpol.

Também foi deliberado o apoio a todas as manifestações contra a reforma da previdência, já decidido que o sindicato fará uma grande caravana para Brasília no dia 18 de abril, além de realizar um ato aqui em Mato Grosso do Sul no mesmo dia.

Por fim, foi citada a PEC-01, do teto dos gastos públicos do Estado, e enfatizado que o projeto precisa ter uma excludente com relação aos órgãos da segurança pública. Essa PEC trata da contingência de despesas durante 5 anos, e pode ser renovada por mais 5. “Na atual situação, onde as delegacias estão sucateadas, com falta de estrutura, viatura, armamento e desvalorização do policial, nós acreditamos que a segurança precisa ser retirada do texto, para que possamos ter policiais motivados e com melhores salários”, declarou Giancarlo.

A categoria se mostrou extremamente unida, com a presença de caravanas de todas as regionais. “Estamos prontos tanto para aplaudir o Governo caso ele cumpra com as reivindicações, quanto para manifestar se ele não cumprir com a palavra, que é de valorizar o policial civil”, finalizou.


volta ao topo