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Policial civil salva motociclista que teve parada cardíaca após acidente

Na semana passada, o auxiliar de logística Jefferson Almeida da Silva, de 24 anos, retornava do trabalho de moto, quando sofreu um grave acidente em frente a uma lanchonete, na rua Barueri, na Moreninha 2, em Campo Grande.

O policial civil Diogo Tavares, atualmente lotado na Deam, retornava da faculdade e resolveu parar para fazer um lanche. Quando pagava o pedido, ele ouviu um forte barulho na rua. “Sai correndo para ver o que estava acontecendo e vi que uma moto tinha batido de frente com um carro. O motociclista já estava caído ao chão, com sangramento na cabeça”, recorda.

Nesse momento, o investigador pediu aos populares que chamassem o Corpo de Bombeiros e de imediato iniciou os primeiros socorros. “Fui na carótida e no punho dele ver se tinha pulso e estava sem qualquer sinal, aí coloquei a cabeça no peito dele e não havia batimento cardíaco e nem movimento de tórax, foi então que percebi que estava em parada cardiorrespiratória”, explica.

Diante do quadro da vítima, Diogo deu início ao procedimento de reanimação, com massagem cardíaca. Segundo ele, foram contabilizadas 12 compressões e a vítima não voltava, foi então que resolveu parar de contar e fez inúmeras e de forma sequente, até vir o alívio. “Ouvi um suspiro e vi um movimento de mão dele, percebi que ele voltou”, comemora.

A partir daí o policial civil começou a fazer perguntas para a vítima, no intuito de verificar o estado de consciência, como o nome dele, se sabia onde estava, entre outras. Quando Jefferson já estava orientado o Corpo de Bombeiros, que chegou rapidamente, comprovou que ele teve uma parada cardiorrespiratória e deu início aos procedimentos para realizar o encaminhamento para a Santa Casa.

O Sinpol parabeniza o policial civil Diogo Tavares pela conduta e presteza. “Ser policial vai além de combater o crime. É servir o cidadão em qualquer tempo ou circunstância. Parabéns ao amigo Diogo, pela sua pronta ação em salvar uma vítima de acidente de trânsito”, declarou Giancarlo Miranda, presidente do Sinpol.


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